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Rede privativa do governo avança

Mais 40 prédios serão conectados até outubro; INSS, ANAC, DNIT, ICMBio, IPHAN e Agência Nacional de Mineração estão entre os órgãos contemplados

A rede privativa do governo avançou, com a infraestrutura de conectividade da administração pública federal conectando 40 prédios de órgãos públicos estratégicos até outubro. A nova fase de implantação que contempla Vitória (ES), Rio Branco (AC), Macapá (AP) e Goiânia (GO).

A relação inclui órgãos que prestam serviços diretamente à população ou desempenham funções estratégicas para o Estado, como Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Agência Nacional de Mineração (ANM), Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

A expansão é coordenada pelo Ministério das Comunicações e executada pela EAF (Entidade Administradora da Faixa de 3,5 GHz). A nova etapa representa a ampliação de uma infraestrutura própria de conectividade do governo federal, com maior capacidade, segurança e disponibilidade para a comunicação entre órgãos públicos.

A nova fase prevê a conexão de mais de 40 edificações públicas até outubro, distribuídas entre quatro capitais. Entre os órgãos contemplados estão: INSS, IPHAN, Agência Nacional de Mineração (ANM), ANAC, DNIT, ICMBio e Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A estratégia prioriza estruturas consideradas relevantes para a prestação de serviços públicos e para o funcionamento da Administração Federal.

A rede privativa fixa foi concebida para criar uma infraestrutura nacional de fibra óptica capaz de interligar edifícios da Administração Pública Federal. O projeto prevê a implantação de anéis metropolitanos nas capitais brasileiras, conectados ao backbone da Telebras.

Na etapa inicial, a meta é conectar 414 prédios públicos prioritários. Em uma fase mais ampla, a infraestrutura poderá alcançar aproximadamente 6,5 mil edificações públicas em todo o país.

Além de oferecer acesso à internet de alta velocidade, a estrutura permite a comunicação em uma rede privativa entre os órgãos, com recursos de redundância, alta disponibilidade e mecanismos avançados de segurança.

A primeira entrega da nova fase ocorreu em Aracaju (SE), em junho, onde um órgão público federal já foi conectado à Rede Privativa Fixa.

Agora, a expansão avança para quatro capitais até outubro. Na sequência, outras 17 capitais estão previstas no cronograma de implantação até o fim de 2026.

Fonte: assessoria MCom

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