Bemol une inovação e sustentabilidade ao adotar supercomputadores para soberania de dados e eficiência energética
Investimento em infraestrutura local de alto desempenho alia diretrizes ESG à inovação tecnológica, garantindo segurança jurídica e redução do impacto ambiental no processamento de Inteligência Artificial

A Bemol, um dos principais varejistas da região Norte, dá um passo decisivo em sua jornada de transformação digital e governança ao implementar uma infraestrutura de computação de alto desempenho para uso interno. Com a aquisição do workstation Acer Veriton GN100, a empresa passa a processar grandes volumes de dados dentro de seu próprio ecossistema.
A iniciativa foca na criação de um data center distribuído que permite validar soluções tecnológicas complexas com agilidade, mantendo o controle total sobre ativos digitais sensíveis.
“A escolha por processar esses dados localmente reflete nossa visão de governança e segurança, pois nos permite tratar informações financeiras e jurídicas estratégicas sem a dependência de nuvens externas, eliminando riscos de latência e garantindo total soberania tecnológica”, explica Lucas Almeida, AI Product Manager da Bemol.
O pilar ambiental do projeto é sustentado pela alta eficiência energética do Workstation Acer Veriton GN100 e pela arquitetura da GPU NVIDIA Blackwell. O supercomputador entrega uma performance sem precedentes, com um consumo de energia por watt significativamente menor do que as infraestruturas de data centers tradicionais. Com 128GB de memória LPDDR5x e um sistema de resfriamento otimizado, as máquinas permitem que workloads intensivos de IA sejam executados de forma mais sustentável.
Segundo a empresa, essa tecnologia compacta reduz a pegada de carbono operacional da Bemol, concentrando um poder de processamento massivo em dispositivos que demandam menos recursos naturais para refrigeração e manutenção.
“Ao investirmos em hardware de ponta dentro da nossa própria estrutura, não estamos apenas protegendo o capital intelectual da empresa, mas também capacitamos nossas equipes locais com o que há de mais avançado no mundo em termos de inteligência de dados, fortalecendo o desenvolvimento técnico da nossa região”, afirma Almeida.
A democratização do acesso a essa “superpotência” entre os departamentos internos visa reduzir drasticamente o tempo entre a identificação de um desafio de negócio e a entrega de uma solução funcional para o consumidor. A Bemol tem como meta converter a capacidade bruta em inteligência aplicada de forma ética e transparente.
“O uso dessas estações de trabalho nos permite testar modelos de IA em tempo real com governança absoluta, transformando nossa produtividade interna em benefícios diretos para a comunidade amazônica, sempre com o compromisso de otimizar recursos e garantir a integridade de cada dado processado”, finaliza Lucas Almeida.
Ao manter o coração do seu processamento de dados na Amazônia, a empresa não apenas acelera sua inovação, mas garante que o avanço digital seja um motor de crescimento seguro, ético e sustentável. O investimento reflete uma estratégia de longo prazo onde a tecnologia de ponta atua como guardiã da privacidade dos clientes e da eficiência operacional, consolidando a Bemol como uma referência em ESG aplicada à tecnologia.

